Em tempos, escrevia porque tinha tempo livre de sobra. Hoje, apenas escrevo como prazer. Este cantinho é só uma forma de partilhar esse meu prazer.
domingo, 10 de agosto de 2014
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Espero que tenhas a oportunidade de ler isto
Bem, isto é o que eu penso: as pessoas nascem e, eventualmente, morrem. Lamento, é a triste realidade. Contudo, estaria a mentir se não dissesse que o que importa na vida é o que fazemos dela. Desde miúdo, procurei a aprovação, chamemos-lhe assim, das pessoas de quem mais gostava. A minha mãe, os meus irmãos... A paixoneta de primária. Não sei porquê, juro; mas, nunca senti que realmente as pessoas apreciassem, digamos, tudo o que eu fazia de bom. E, penso eu, não era pouco.
Esforcei-me para ser o melhor da turma. Esforcei-me para ser bom ser humano. Mas, infelizmente, perdi-me no caminho. E, hoje, sou uma pessoa instável, preguiçosa e algo acomodada. Tenho tendência incrível a afastar quem mais gosta de mim, a trocar de "posto" múltiplas vezes e a não dar explicações a ninguém. Daí vem a explicação para o "possa, tu "conheces" toda a gente". Porque, na realidade, se eu tivesse oportunidade, eu conheceria toda a gente!
E, agora, onde é que isto me deixa? Bem, tudo continua a acontecer. Há uns anos, tinha uma melhor amiga. Uma pessoa fantástica que se importava comigo como ninguém. Provavelmente, amava-me e via em mim algo que eu digo ver, cheio de confiança, mas que na verdade não vejo. Essa pessoa cometeu um erro terrível... Aproximar-se. Não que eu lhe desse com os pés. Não! Eu fiz ainda pior. Eu, incapaz de dizer não, disse que não sabia o que realmente sentia (ainda hoje não sei o que sentia...) e lá veio o vulgar: vamos tentar. Ok, foi um dos maiores erros da minha vida. E hoje, nem sei que caminho segui para passar da melhor amizade ao "olá" ou mesmo o evitar trocar olhares. Talvez seja a vergonha a falar.
Enquanto isso acontecia, eu conheci outra pessoa. Aliás, eu conheci-te. Invulgar e estranha, pensei. Que é o que realmente me atrai nas pessoas... É não saber o que as motiva. Depois, até descobri que eras simples... e que a invulgaridade apenas se devia à bondade desmesurada que vivia e vive em ti. Então, pela segunda vez, construí uma amizade fortíssima... A mais forte de todas as que tive, tenho ou terei. Mas essa amizade, infelizmente, choca com o meu passado... Choca com a minha maneira de viver. Eu desprendo-me das pessoas, e não sei porquê, afasto-as. E é isso que tenho feito contigo, não é? Eu tenho noção disso... Não na altura, mas passando algum tempo, apercebo-me que voltei a magoar quem mais me quer. Quem me defende quando ninguém mais o faz. Quem sempre estará ao meu lado.
Posso pedir desculpa, é verdade. Mas isso não chega. Posso prometer mudar, mas isso não seria verdade. Não sei como mudar, nem sei tão pouco se o quero fazer. Posso não ser completamente feliz desta forma. Sei que provavelmente nunca arranjarei namorada assim (não uma que dure) mas também não quero voltar a sofrer.
A única amizade em que nenhum de nós sai magoado é uma amizade sem exemplo que tenho, desde os 8 anos de idade. Mas isso, é invulgar. Para isso, as pessoas têm de ser similares. E isso acontece.
Contigo, a amizade é única também. Mais forte, talvez. Mais intensa, com certeza. Mas nós somos tão diferentes!! Aprendemos muito um com o outro, eu sei... E espero continuar a aprender. Mas não quero que te sintas mal por minha causa, nem eu por te afastar...
Por isso, vamos marcar um cafézinho e vamos falar... Mas falar, pode ser?
E agora, a minha correcção:
"Isolamento e solidão são solução para quem é como eu. Tudo se torna claro e simples. Até somos felizes assim. Mas pessoas como tu estão destinadas a algo mais do que a solidão. Estão destinadas a fazer o bem e, eventualmente, a recebê-lo."
Posso ter dito o que disse... Mas também já te disse: "Nunca percas a esperança, porque nesse momento deixarás de existir e, acima de tudo, de viver".
Adoro-te e, for what is worth: "I am sorry."
terça-feira, 27 de setembro de 2011
T-U-D-O
"Always and Forever".
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Adequado, provavelmente.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
New place :)
Podem, desde o dia de ontem, encontrar-me em: www.lifeisarealbook.blogspot.com. Este blog é uma iniciativa minha e da minha best friend Lu' (www.alwaysalive.blogspot.com), em que tentamos, aos poucos, criar algo original.
Passem por lá... Os resultados virão, eventualmente :)
Farewell.:)
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Lets go back to day one
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Non related: Descobri que só escrevo "bem" quando me sinto em baixo. Tristeza.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Friends
quarta-feira, 23 de março de 2011
Come again?
Eles andam, eles comem, eles consomem, eles fazem tudo. Só não pensam. Só não sabem o quão prejudicam aqueles que tentam que eles consigam comer, consumir e pronto, fazer tudo o que a sua pobre intuição lhes indica como caminho certo.
Caminhamos em direcção ao abismo... mas orgulhosos, com o sorriso nos lábios e de peito aberto. Porquê? Porque é assim que somos: aberrações estúpidas, irreflectidas, sentimentais na maioria das vezes... Excepções? Quem as vê? Elas fogem enquanto a felicidade, essa pequenina coisa que todos têm como ilusão e poucos como certeza, ainda pode ser alcançada com muito ou pouco sucesso.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Simplicity!
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
After party? xD
Voltamos a adjectivos como elegância, bondade? Não sei. Acho que voltamos, isso sim, à parte em que te posso considerar como a única verdadeira rapariga e, quem sabe, mulher da minha vida. Mas uma pergunta sempre me perturba o juízo. "Porquê?"
A resposta não seria mais simples. Quer dizer, não é simples mas nós conseguimos explicar facilmente (pelo menos agora). Vamos por simples passos. Tu és uma pessoa fantástica que vês (quase) sempre o melhor que as pessoas têm. Eu sou uma pessoa assim... muito estranha, que ama confundir tudo e todos e odeia probabilidades e verdades universais (embora tente construir muitas equivalentes ao longo da vida...). Contudo, contigo sou uma pessoa diferente... talvez, não sei... porque gosto de ti! Porque te considero alguém que sempre tive e vou ter na minha vida...
Vá, digo eu, vamos deixar os sentimentalismos de parte e vamos ser racionais. No entanto, será nesta altura que me apercebo que és única (quer dizer, eu já sabia disso...). Sabias que é contigo que me torno quase puramente emocional? Contigo, só sinto. E, provavelmente, disfarço isso melhor do que ninguém mas... vá, isso ganha-se com anos e anos (VÁ, e anos...) de prática.
O ponto essencial:
Luísa Pinto, se nunca te disse... no verdadeiro sentido da palavra que nós sentimos e sempre vamos sentir:
Eu amo-te!
E cada vez mais acho que és a Haley da minha vida (espero que vejas One Tree Hill...)
Ah, sendo eu o caro Lucas Scott :D
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Happy Birthday Lu' :)
Há coisas que são mesmo isso: coisas. São coisas porque só as podes qualificar. Podes dizer que são verdes, bonitas, extraordinárias… Mas nunca podes atribuir-lhes um nome. Assim, temos coisas. Mas essas coisas são nossas, pertencem-nos desde o dia em que os nossos olhos puseram vista em olhos opostos.
Se hoje tivesse de oferecer-te uma prenda e tudo fosse possível, oferecer-te-ia um dia de conversa entre os dois pois, por uma razão que permanece desconhecida para mim, falar comigo quase que parece ser algo bom e, acima de tudo, produtivo.
Tu sabes que eu até gosto de ajudar as pessoas… Mas não é assim tão fácil como poderá ser. Tu também sabes isso! Aliás, sabes bem melhor do que eu, porque se eu te consigo ajudar a ti… tu consegues ajudar mais pessoas do que eu ajudarei na minha vida inteira. E manténs essa graça e essa vida dentro de ti, crescendo quase que numa proporção geométrica, como que se tivesse sido planeado no dia anterior, ou mesmo no mês ou, quem sabe, desde o primeiro dia.
O que não é normal é ter demorado doze horas (!) a descobrir que nunca teria inspiração tal que igualasse a tua elegância como ser humano. É injusto em todos os moldes tentar equivaler palavras (sejam de quem forem) à tua forma única de ser.
Bem, e por aqui me fico porque já fiquei sem muitas palavras pelo caminho. Não sei porquê mas os adjectivos contigo perdem a força que deveriam ter e, também, algo me diz que tu preferes que eu escreva estas palavras e demonstre que realmente te sinto assim do que somente diga as palavras e espere que tu acredites… por acreditar.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
...
Dor. Mereço isto? O que posso ter feito de tão mau para passar por algo assim? As lágrimas começam a secar, a sensibilidade começa a esgotar-se. Uma nova fase se aproxima e, honestamente, não gosto de saber isso. Porque vou voltar a ser a pessoa sem amigos, sem diversão, sem sentimentos. Fechar a porta é algo tão complicado...
A verdade é que sofrer assim, sem ser por amor é algo que eu considerava impossível. A verdade é que o pior sofrimento possível é aquele que não sabes explicar porque sofres. A verdade é que nos sentimos impotentes quando, meses atrás tinhamos tudo. Quis mais porque mereço mais.
Posso chorar mas, um dia, tudo acaba. Só espero que esse dia não se demore.
sábado, 30 de outubro de 2010
The end
De hoje em diante, não vou procurar ninguém. Nada, zero. Prefiro abster-me de todo o sociável que há. Prefiro isso. Estou farto de sofrer. Continuarei a responder a quem me quer e quem me procura e, mesmo mudando, continuarei a ser quem sou para eles.
Só me quero sentir triste mas sabendo aquilo que tenho.
Pouco, é certo. Mas qualquer coisa.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Special moments...
Podias ser meiga, podias ser simpática… Podias ser tudo aquilo que todos querem que sejas. Mas não, escolheste ser com és. Sinceramente, não sei o que é. É algo que não consigo entender … É um mistério envolto em nuvens negras. Ou talvez não! A verdade é que se havia mistério no verdadeiro primeiro dia, hoje tudo se adensa e se espalha na dúvida profunda e arrepiante. Hoje penso e, sinceramente, não sei o que pensar. Estranho!
Agora, sinto as marcas que as tuas unhas deixaram na minha pele em momentos que poderão ser descritos como… divertidos. Sinto as nódoas negras do masoquismo da colher de pau. E, acima de tudo, sinto ainda os teus dentes mergulhados na minha carne. Dor, prazer… Sentimento…
There is a way to forget thoughts… A nice afternoon freakles =)
Thank you.
domingo, 10 de outubro de 2010
Sweet vengeance!
Imagina um baralho de cartas. Imagina, até, que estás a jogar algo que te deixa a adrenalina como nunca tinhas presenciado até esse preciso momento. Agora, troca o baralho por um simples e marcante olhar. Um olhar que te deixa pregado ao chão. Uma conversa que te deixa simplesmente feliz. Palavras que te despertam e te deixam ser como és, sem qualquer hipótese de seres julgado como tudo e todos gostam de fazer. Troca o preto pelo vermelho! Deixa a escuridão fugir… Deixa a paixão te cercar. Vive e não tenhas receio de o fazer. E, se em algum momento sentires uma ponta de medo em ti, partilha-a. Não a deixes ser apenas tua. Partilha o medo… Mas partilha também a felicidade, as esperanças, as fobias, as loucuras… os desejos!
Não deixes que a monotonia te toque. Sê como és, não o receies. Sente como ninguém te permite sentir. Sente apenas e só aquilo que queres sentir! Escreve, canta, pinta, exulta! Queres pensar? Pensa! Queres sentir? Sente. Mas mais importante que tudo isso… Queres ser? Sê.
O mundo é pequeno para pessoas como nós, isn't it freakles? =)
sábado, 9 de outubro de 2010
Through the alcool (or maybe not :))
Há histórias que surgem por mero acaso. Há, contudo, outras que nascem porque nós queremos. São aquelas em que sentimos algum senso se futuro, de sucesso, de cumplicidade, de felicidade.
Sentimos algo especial em nós e sentimos algo especial no mundo. Sentimos harmonia na infelicidade e encontramos aquilo que mais nos faz falta. As drogas não são mais necessárias e o álcool passa a ser um acessório de uma noite de amigos em que falamos sobre tudo e sobre nada.
Finalmente sentimos um pouquinho daquilo que mais necessitamos para atingir aquela paz que tanto almejávamos. Parece ser possível, pode ser possível, é possível. Somos, finalmente, algo de que nos orgulhamos.
Podemos sentir alguma tristeza, mas a felicidade que nos invade é simplesmente inexpugnável. Que fazer sobre isso?
Aceitar e viver.
“Life is life!”
A.S.
(a small reference to Joana Afonseca, the one who has been asking for some... somewhat ;))
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Bright Lights
Hoje, a intensidade do vento é diferente. O ar, abafado. A fraqueza é cada vez maior, tornando-se insuportável à medida que descemos a rua. Os pés queixam-se, a mente exaspera. Quando, ao virar da rua, avistamos uma luz… Duvidamos. Reflectimos, tememos. Caminhamos, em passos hesitantes, em sua direcção. E, nesses minutos, o medo desaparece. O interesse rejuvenesce e a aura… essa, é indescritível. Quando nos encontramos a breves centímetros, a luz desaparece e conseguimos vislumbrar a sombra de um semelhante.
Uma brisa fresca faz-se sentir e, pela primeira vez em dias, meses, anos… Respiramos. Finalmente, algo digno! A surpresa é assombrosa. Mas é também hilariante. É verde e é vermelha. É azul e é roxa. É preta e é branca. É diferente mas igual. Não é especial, é simplesmente única! Tem jeitos de ser e vontade de permanecer. Sorri e faz sorrir. É tentadora e provocadora. Mas, mais importante que tudo… Fala, mas sabe como escutar. É sensível e romântica, ainda que não querendo ser. Gosta de desistir de algo inevitável. Tem humor em momentos peculiares. Já não é tão indefesa, ingénua ou infantil como foi. Agora, tem orgulho de que lhe chamem uma mulher. Afinal, é o que ela é!
Enquanto a luz fica para trás, caminhas em passos certeiros duplicados. Agora, não caminhas sozinha. Agora, caminham lado a lado. O orgulho enche-me por te ter, de certa forma, conquistado. Não nesse sentido mas no outro. Naquele que tu sabes.
The shadow is no longer a promise.
A.S.
